Viver é uma arte

Relíquias restauradas, telas diversificadas e ideias “fora da caixa” resumem este lar pertencente a um artista plástico

Por Giulia Esposito | Fotos Raul Fonseca/Divulgação | Adaptação web Tayla Carolina

Nos 120 m² do apartamento projetado pelos arquitetos Marcel Casamassa e Silvia Almeida, do MIS Arquitetura, para o artista plástico Fernando Spaziani, o estilo contemporâneo é interrompido por itens clássicos que resgatam memórias afetivas.

Exemplos disso são o lustre herdado da avó e a mala de viagens encontrada em uma caçamba e restaurada para armazenar utensílios. Obras de Alfredo Volpi, Tarsila do Amaral, Tunga, e Luiz Sacilotto, em posição de destaque, honram a profissão que é também paixão do anfitrião.

No estar, a estante de lâmina natural de sucupira, com solução em muxarabi, movimenta as caixinhas para quaisquer nichos do móvel para fora dele, expondo ou camuflando o que for necessário.

O pedido do morador por uma cozinha dramática foi concretizado por meio da marcenaria com acabamento em laminado melamínico (Formica) L138, de tom vinho, com puxadores coloniais, e das pastilhas metálicas douradas usadas no frontão (Portobello). O piso hexagonal Six (Portobello), com paginação em dois tons de azul: o Nube (escuro) e o Bleu St. Tropez (claro), completa o frenesi.

 

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